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Obras



Criticas:

A Letícia tem uma linguagem rica, cheia de recursos expressivos, a sua escrita é poética. Embora o livro seja um romance em prosa, tive sempre a sensação de que estava a ler um poema e isso é bom, é bonito e faz-nos bem. Conseguiu transmitir a dor da Sofia na perfeição, penso que qualquer um sentirá a dor dela e o seu desespero. Conseguiu passar a mensagem daquilo que sente uma pessoa com depressão! Parabéns por este livro!

Nos Braços do Vagabundo, uma história que nos faz sentir na pele a dor de perdemos alguém ou perdemo-nos a nós próprios e ficarmos a conhecer, a perceber e a sentir o lado mais negro da vida. A dor quando habita em nós, é como se viesse para a morada errada. De facto, não há privilégio, que nos imunize de a sentir. A autora refere que “A dor é uma coisa curiosa. Quando surge de repente é como um penso rápido a ser arrancado, levando consigo a sanidade de uma pessoa apaixonada”. Como se lida com algo que não estamos preparados para encarar e aceitar? Porque só é possível compreender a dor por completo, quando passamos por ela? Este é um livro que nos faz sentir, a entrega ao amor de verdade, a impotência da perda e consequente dor e da luta diária de lutar por recomeços, porque “a luz rompe sempre a noite”... bem assim!

A Letícia Brito e a Sofia fazem música com os sentimentos de qualquer pessoa que já se tenha apaixonado e continua a acreditar no amor. Obrigado por estas tímidas lágrimas! Foi impossível não me voltar a apaixonar.

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